• Jill Muricy

AMOR e Gratidão

Amor e gratidão são mais que duas palavras juntas. A GRATIDÃO complementa o AMOR, e forma o lema de um grande homem que tem o CORAÇÃO grato a Deus por inúmeras CONQUISTAS durante a vida.

Nossa EXISTÊNCIA é como se fosse um jogo, temos algo novo para aprender em cada partida, vitória, derrota ou empate.

Rondinelli Deus da Raça

Na cidade de São Jose do Rio Pardo, interior Paulista, nasceu Antônio José Rondinelli Tobias, conhecido como Rondinelli, o Deus da Raça.


Em uma família de cinco irmãs, Rondinelli é o único homem. Ele convivia no sítio da família paterna. Adorava subir nas árvores, brincar com as galinhas, jogar bola. Era uma criança feliz, que encontrava na simplicidade motivos para se alegrar. Desde muito cedo, Rondinelli demonstrava interesse pelo futebol. Às vezes fugia da escola para jogar pelada, fascinado por bola. A ENTREGA e DETERMINAÇÃO que ele tinha pelo esporte o levariam longe.

Rondinelli no time do CORAÇÃO, Flamengo


Sua carreira no futebol começou na própria cidade, no clube de São José do Rio Pardo. Depois, saiu do interior Paulista aos 14 anos e foi para o Rio de Janeiro jogar no Flamengo, o time do CORAÇÃO. No Clube de Regatas, Rondinelli mostrou todo o seu potencial como jogador de futebol e conheceu pessoas incríveis. Entre elas, o irmão do coração, o jogador Zico, de quem fala com orgulho.


Em razão da garra e disposição que ele jogava, o zagueiro ficou conhecido como "Deus da Raça". O futebol lhe causou algumas cicatrizes: perdeu a audição esquerda, problemas crônicos no joelho e o nariz quebrado. Mesmo assim, teve o brilho INIGUALÁVEL no clube. Jogou, encantou, emocionou, e, depois de 13 anos, de uma história de amor INCOMRAPÁVEL, Rondinelli deixou o Flamengo.


Após a saída do Clube de Regatas, Rondinelli jogou no Corinthians, Vasco, Atlético Paranaense, Goiânia, Goiás e Paysandu. Não conseguiu se adaptar em nenhum time.

Até hoje tem o DNA flamenguista. Em nenhum dos clube onde jogou, se sentiu em casa, como no Flamengo.


O que define o Deus da Raça é a alma feliz, a sensibilidade com os necessitados.


Hoje com 64 anos, é casado há 43, com Darli Teixeira, pai da Fabiane e do Júnior. É empresário e tem projetos sociais em vários lugares do Brasil. Possui escolinha de futebol em sua terra natal, onde conseguiu resgatar Andrezinho, jogador do Goiás, ex-menino de rua.

Deus da Raça, usando A Marca dos VENCEDORES

Atualmente, Rondinelli vive em Cabo Frio-RJ e São José do Rio Pardo-SP. Na cidade fluminense, fundou um bloco de Carnaval conhecido como vermelho e preto e através do bloco realiza projetos culturais, sociais e esportivos. E assim vai levando a vida, repleta de conquistas, o eterno Deus da Raça.



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