• Jill Muricy

Pilotando à Própria VIDA

Os SONHOS não têm idade, jamais envelhecem e nunca é tarde para conquistá-los. Às vezes podemos até pensar que o TEMPO passou para muitas coisas em nossa VIDA, que não vale mais a pena SONHAR ou ter objetivos, mas na VERDADE nunca é tarde para você ser quem quiser, LIBERTAR a pessoa MARAVILHOSA que existe dentro de si mesma.

A LIBERDADE que existe dentro nós

Somente você é responsável pelo próprio SUCESSO, e ninguém é culpado pelo seu fracasso. Não é inteligente culpar as pessoas por aquilo que não conseguimos. Isso seria se esconder no vitimismo.


Para a paranaense Telma Cristina Crummenauer, de 49 anos, que se encontrou em sua própria história quando ela não imaginava, a busca de si mesma na realização das suas atividades foi fundamental para alcançar NOVOS horizontes.


Telma é uma mulher muito sensível e, ao mesmo tempo, forte, determinada, corajosa. Porém, ela só percebeu tais virtudes depois que atravessou momentos delicados na sua existência

Telma Crummenauer: a mulher que começou a VIVER aos 46 anos

Aos 21 anos, casou-se, dedicava todo o seu tempo à família que estava formando, vivia bem, mas não alimentava ir além na vida. Após ter os três filhos, Telma Crummenauer vivia total e inteiramente para o seu lar, pintava quadros, fazia artesanato, tudo em casa. Tinha depressão e tomava remédio para controlar o esgotamento.


A falta de objetivo gerava melancolia, tinha medo de não ter tempo para ser o que queria. Telma estava sempre de bem com os seus, mas faltava se alcançar dentro de si mesma e saber a força que possuía no seu interior. Certo dia ela pediu uma moto de presente ao marido; sempre fora “garupa” dele, mas dessa vez ela mesma queria pilotar.


Um mês após contemplar a moto em sua garagem, Telma começou a pilotar e se encontrou aos 46 anos. Passou a se encantar por tudo ao seu redor, viu que não era velha, pois só estava começando a viver. A mulher antes presa queria voar. Pilotar a própria vida requer disposição, aventura e adrenalina.

Telma, o marido Bennur, os filhos, Silvio Gabriel, Camila e Ana Paula

Depois de alguns meses na modalidade, Telma idealizou um grupo de motociclistas, e a primeira viagem foi de Curitiba a Brasília, no percurso de 3.200km. As “Filhas do Vento e da Liberdade” viajaram por dez dias, até chegarem ao seu destino.


O que inspira a equipe são histórias reais de mulheres reais que veem sentido naquilo que fazem, pessoas que levantam outras. É um INCENTIVO que tem dado SUPER certo, dentro do VERDADEIRO espírito de ALTRUÍSMO.


Para Crummenauer, o motociclismo a salvou de si mesma. Com a prática do exercício, parou de tomar remédios, de fumar e venceu o vitimismo. O desânimo em sua vida foi interrompido pelo entusiasmo que passou a fazer da sua rotina.

Filhas do Vento e da Liberdade

Telma comenta que o lugar da mulher é onde ela quiser: formar uma banda de rock, andar de patins, comprar um carro, andar de avião... nunca é tarde, a juventude é uma dádiva psicológica, não somente cronológica.


Hoje, a guerreira Telma é uma mulher FELIZ, REALIZADA, mãe de três filhos e muito bem casada. As “Filhas do Vento e da Liberdade” conta com presença de sete mil mulheres motociclistas de todas as idades, que pilotam a própria vida. Além do Paraná, este motociclismo tem em todo o Brasil, e é conhecido em mais de 30 países no Mundo.


A curitibana SUPEROU os percalços pelo caminho, descobriu a felicidade nas coisas simples da vida e garante:”somo todas uma LINDA História, a Vida é SIMPLES demais quando complicamos menos!”



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