• Jill Muricy

Ainda Prefiro Coisas que não se Praticam Mais

Há quem não goste, mas eu ainda prefiro coisas que não se praticam mais. Não é VIVER do passado e muito menos de coisas velhas, vai além disso: É SIMPLESMENTE GOSTAR DO QUE É BOM!

Brincadeira de antigamente/ Foto: autor desconhecido

Já não se faz música como antigamente. Os jovens nos dias atuais além de não SABEREM ESPERAR, não sabem redigir uma carta. Muito menos escrever para a rádio pedindo para tocar a canção do cantor preferido.


Costumes se perderam, regras que antes eram de OURO, hoje caíram no esquecimento. Até para resolver um problema é por meio de áudio no whatsApp. O olho no olho se tornou impossível.


O que é sério se tornou banal. Pais não têm tempo para os filhos porque estão sempre no zap. Até em um jantar com os colegas de trabalho, pouco se fala com as pessoas que estão à mesa, porque o celular não deixar as pessoas serem elas mesmas.


Quando o telefone era com fio, as pessoas eram mais livres, hoje com celular elas vivem presas a um aparelho. Não se conversa como antigamente na calçada de casa, nem praça ou até mesmo na casa dos amigos. Tudo se tornou digital, até mesmo o namoro. Homens preferem conhecer mulheres na internet, o sexo se tornou um produto online. Até isso as pessoas se submetem. A frieza passou a dominar os ambientes sociais.


Casamento se tornou uma brincadeira de boneca, e quando ele acontece fica em último lugar na relação de um casal, primeiro vem o sexo, depois o ficar (que é para ter nenhum compromisso com o outro), dependendo do caso pode vir um possível namoro e por último se tudo correr bem o casamento. O divórcio se tornou mais comum do que beber água. O AMOR e o respeito desapareceram das relações.


As crianças de hoje não sabem brincar no parquinho, subir nas árvores, desenhar com a mão; até as brincadeiras são digitais, e a preferida de todas é atirar de revólver nas pessoas por meio da tecnologia. Mongoloides estão em formação, mas ninguém se dá conta disso.


Eu ainda sou a favor das conversas analógicas, de olhar nos olhos, contar piadas, visitar sempre os amigos e dar muita gargalhada. Ainda prefiro namoro à moda antiga, que um rapaz se esforça para conquistar o coração de uma moça. Tudo mudou tão rápido e não percebemos que o ESSENCIAL é substituído constantemente a nossa volta.


Nós nos acostumamos com coisas superficiais e vazias, deixamos a tecnologia mandar na nossa VIDA. Feito isso, tudo passou a perder o SABOR.

As pessoas são escravas da autoimagem, com necessidade excessiva de postarem nas redes sociais o que estão fazendo, onde, com quem, mas qual a finalidade de tudo isso? Onde vamos parar?


Mulheres que não se aceitam como são, mas pregam a aceitação. VIVEM para impressionar a todos com a aparência física. Usam seios de silicone, unhas de acrygel, mega heir no cabelo, cílios postiço... e por aí vai... se tirar tudo isso de um corpo feminino sobra somente a ALMA. Escravas da autoimagem elas pregam que são livres. Cadê a LIBERDADE?


A superficialidade foi ocupando o lugar da VERDADE, e as pessoas perderam a ESSÊNCIA e o SENTIDO da VIDA. Elas não se conhecem e não têm visão de FUTURO. Ao mesmo TEMPO que são imediatistas, não sabem correr atrás dos próprios objetivos.


O que aconteceu com os seres humanos? Cadê o AMOR? Onde estão os jovens que querem namorar? Casar? Cadê as pessoas que têm sede pela EXISTÊNCIA? Qual será o FUTURO da Humanidade?






















































































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